sábado, 21 de março de 2009

VI

Abres os braços e queimas-me por dentro com os teus raios de sol,
Abro os braços e abrigo-te em mim até te conhecer de cor.
Do teu olhar nasci eu,
O que era antes de ti era apenas rascunho,
Rascunho que te esperava sem saber para se transformar em algo.

Mas falho,
Falho e peco ao tentar reduzir-te a frases.
E que pecado é escrever-te numa frase,
As palavras são pequenas,inúteis,
As palavras não chegam para a tua grandeza.

E isso torna-te ainda maior.

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