sábado, 4 de outubro de 2008

I

Ecos,
Ecos de tudo e de nada,
Ecos da tua mais pequena palavra,
Ecos de quando gritaste ao mundo
A tua vida versejada.

Viveste
E desta à tua vida forma de poema
Escrito à mão
E com cheiro a tinta.

E viveste como mais ninguém.
Vida levada ao sabor da poesia,
Num verso vibrante,
Numa métrica desconcertante.

Conhecedor da arte,
Da arte do teatro,
Da arte da poesia,
Da arte de dizer,

Mas a tua maior arte era a de viver.

3 comentários:

Inês disse...

Muitos parabéns pelo grande começo deste novo blog!

bjinho

Anónimo disse...

Viveu sem dúvida...
Obrigado por teres escrito este poema.

Carla disse...

ecos de vida
beijos